Livro em sete dias

Published on junho 30th, 2018 | by Marcela

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‘O Visconde que me amava’, de Julia Quinn

Resolvi ler “O Visconde que me amava” (Edição econômica, Editora Arqueiro) porque estava em mais uma ressaca literária, causada pelo maravilhoso “O Rouxinol”. Decidi que precisava de um romance clichê, com final previsível e que me distraísse por algumas horas. A leitura do segundo volume da série Os Bridgertons, de Julia Quinn, cumpriu (com louvor!) essa missão. Li o romance em um fôlego só, em uma tarde de domingo.

A prévia da história é a seguinte: “A temporada de bailes e festas de 1814 acaba de começar em Londres. Como de costume, as mães ambiciosas já estão ávidas por encontrar um marido adequado para suas filhas. Ao que tudo indica, o solteiro mais cobiçado do ano será Anthony Bridgerton, um visconde charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva. Logo ele decide que Edwina Sheffield, a debutante mais linda da estação, é a candidata ideal. Mas, para levá-la ao altar, primeiro terá que convencer Kate, a irmã mais velha da jovem, de que merece se casar com ela. Não será uma tarefa fácil, porque Kate não acredita que ex-libertinos possam se transformar em bons maridos e não deixará Edwina cair nas garras dele. Enquanto faz de tudo para afastá-lo da irmã, Kate descobre que o visconde devasso é também um homem honesto e gentil. Ao mesmo tempo, Anthony começa a sonhar com ela, apesar de achá-la a criatura mais intrometida e irritante que já pisou nos salões de Londres. Aos poucos, os dois percebem que essa centelha de desejo pode ser mais do que uma simples atração. Considerada a Jane Austen contemporânea, Julia Quinn mantém, neste segundo livro da série Os Bridgertons, o senso de humor e a capacidade de despertar emoções que lhe permitem construir personagens carismáticos e histórias inesquecíveis”.

Minhas opiniões

Observação sobre o autor: Este é o segundo livro que leio da Julia Quinn, considerada por algumas pessoas a Jane Austen contemporânea. Não acho que a comparação procede.

Julgamos o livro pelo título e pela capa: este é o tipo de livro que me sinto meio constrangida de ser flagrada lendo em público. Totalmente na categoria Guilty pleasure, me sinto lendo “Sabrina” ou outro romance de banca. Sei que é feio ter preconceito (ainda que literário), mas sou assim…rs

Protagonista: A personagem tem personalidade forte e é bem atrevida (para a época). Gostei da preocupação com a família e da boa relação com a madrasta.

Coadjuvantes: Adorei todos os personagens secundários. Um dos destaque é a Mary (madrasta que é puro amor).

Trama: De difícil já basta a vida, certo? Esse é o tipo de obra com uma narrativa rápida e água-com-açúcar, mas que arranca uns suspiros e muitas gargalhadas. O único “problema” para mim são as cenas hot, que eu acho super desnecessárias e me despertam uma vergonha alheia danada. Essa é uma implicância minha com capítulos calientes, porém, sei que, em geral, as pessoas gostam.

Ponto forte: o casal não se apaixona imediatamente! Nada de amor eterno à primeira vista. Aliás, no início, eles nem se gostam muito, apesar de sentirem uma química no ar.

Um livro para ler: para sair de uma ressaca literária.

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