Diversos

Published on julho 29th, 2018 | by Ana

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‘Para todos os garotos que já amei’, de Jenny Han

Tivemos a ideia de fazer apenas leituras conjuntas neste mês por conta deste livro: “Para todos os garotos que já amei”. Queríamos conhecer a história da primeira obra desta série (é uma trilogia) da autora Jenny Han antes do lançamento do filme baseado nele, que é uma produção da Netflix. E nem vimos o trailer, para evitar qualquer spoiler.  Posso adiantar que amamos e agora estamos ansiosas para o dia 17 de agosto.

Sinopse: Lara Jean guarda suas cartas de amor em uma caixa azul-petróleo que ganhou da mãe. Não são cartas que ela recebeu de alguém, mas que ela mesma escreveu. Uma para cada garoto que amou — cinco ao todo. São cartas sinceras, sem joguinhos nem fingimentos, repletas de coisas que Lara Jean não diria a ninguém, confissões de seus sentimentos mais profundos. Até que um dia essas cartas secretas são misteriosamente enviadas aos destinatários, e de uma hora para outra a vida amorosa de Lara Jean sai do papel e se transforma em algo que ela não pode mais controlar..

Julgamos o livro pelo título e pela capa

Ana: Antes de saber que viraria filme, eu quis ler o livro por causa do título, que achei irreverente. Também gostei bastante da capa, mas de certa forma ela criou uma Lara Jean para mim, que eu não achei parecida com a apresentada no trailer da Netflix..

Marcela: Apesar de não ser fã de capas com fotos (prefiro ilustrações), gosto da capa desta edição. Acho o título super fofo e que combina com a história.

Observação sobre o autora:

Ana: Eu nunca tinha lido nada da Jenny Han e amei este. Pela premissa, esperei um livro mais brega do que é de fato. Super me diverti e meu único receio agora é sobre se há necessidade de três livros na série.

Marcela: Esse foi meu primeiro contato com a autora e deixou uma ótima primeira impressão.

Protagonista

Ana: Lara Jean é boa amiga, boa filha, boa irmã, mas não tem se dado bem quando o tópico é relacionamentos amorosos. Não há drama demais nisso, pois ela é uma personagem muito jovem. Mas é fácil torcer por ela. Se você não foi uma adolescente cheia de crushes e super romântica, teve alguma amiga assim, certo? 

Marcela: Lara Jean é uma personagem carismática, romântica e caseira, além de ter uma beleza “peculiar”. Toda a saudade que sente da irmã mais velha, os exemplos que quer dar para a irmã caçula e o jeito com que se preocupa com outras pessoas são alguns dos outros fatores que deixaram a jovem de descendência coreana ainda mais fofa.

Coadjuvantes

Ana: Em geral, é divertido (e fofo) acompanhar o núcleo familiar de Lara Jean. Além deles, a amiga de infância Chris e três dos meninos que recebem suas cartas de amor se destacam na história, mas vou evitar falar nomes para não dar spoilers. Posso adiantar que mudei de shipp durante o livro e as borboletas no estômago ficaram agitadas.

Marcela: O pai das meninas, Margot e Kitty são uns amores. Acho que um dos fatores que deixam o livro tão leve e agradável é essa estrutura familiar cheia de amor, carinho e tradições. No fundo, esta não é uma história apenas sobre Lara Jean, mas sobre as irmãs Song. Apesar de diferentes, os amores de Lara também são adolescentes que eu facilmente me apaixonaria se estivesse no ensino médio.

Trama

Ana: Não sei se toda jovem tem um ritual para exorcizar os amores, mas achei original ter em um livro, de certa forma, os “finais” de vários romances descritos. Vamos descobrindo aos poucos as histórias de cada crush através das cartas – que são de uma meiguice e bom humor a parte -, assistindo Lara Jean se abrir para uma nova história – que me deixou em vários momentos com o pé atrás, me convencendo depois – e crescer. Nesta jornada, há reflexões bonitas sobre amizade, família e amor, que eu nem esperava de uma trama adolescente. Eu amei o fim do livro e, fico feliz que tenha um segundo, mas olha… até poderia viver sem ele, dando asas para minha imaginação.

Marcela: Comecei o livro porque estava curiosa com a história que inspirou o filme que será lançado pela Netflix e terminei totalmente envolvida pelo enredo (e muito ansiosa para ler os próximos volumes da trilogia). Lara escreve cartas sinceras e cheias de confissões justamente para superar os amores não vividos e isso me lembrou muito minha adolescência, em que eu adorava um amor platônico. Toda a confusão em que a jovem se envolve quando as mensagens são enviadas a tiram da zona de conforto e abrem espaço para uma série de novas experiências reais. A partir dessa premissa, o texto leve mostra – pelo ponto de vista da encantadora protagonista – como a adolescência é uma época de transformações, de crescimento e até de mudanças de opiniões. Os outros personagens também são acertos nesta comédia romântica. No início, por exemplo, eu não fui muito com a cara de Margot, mas a personagem me convenceu ao longo do livro que precisava sim ir para outro lugar, conhecer outras pessoas e viver outra vida. Também mudei minha opinião sobre um dos amores de Lara no decorrer da história: primeiro, considerava um típico adolescente popular e bobo, porém, ele me conquistou no decorrer dos capítulos.

Ponto forte

Ana: as cartas, considerando desde a ideia da autora até a forma como foram trabalhadas no livro.

Marcela: as relações familiares e de amizade.

Um livro para

Ana: lembrar de todos os crushes da vida, entre risos..

Marcela: se sentir adolescente (independentemente da sua idade).


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