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Published on agosto 6th, 2018 | by Ana

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A caminho do Dia dos Pais: seis personagens que dão bons exemplos

Na semana em que as famílias comemoram o Dia dos Pais, o nosso “Lendo no caminho” não poderia ser diferente: uma lista com os bons exemplos literários. Destacamos seis personagens que decidiram com seus corações – mais do que por ordem genética – criar e cuidar de um outro alguém. Você lembra de outros papais maravilhosos nos livros? Conta para a gente!

  1. Charlie Swan (Série Crepúsculo, de Stephenie Meyer): No início da série, Bella vai morar com o pai, em Forks, e sua vida ganha a presença de vampiros e lobisomens. O fato de Charlie não desconfiar de nada provoca até risos durante os livros, mas principalmente mantém Bella como uma garota normal: sujeita a castigos, refém de conversas constrangedoras, e porque não (?), alvo de flechas do pai-cupido, que torce por um romance com Jacob.
  2. Dr. Covey (Série Para todos os garotos que já amei, de Jenny Han): O pai das irmãs Song (entre as quais a protagonista da série, Lara Jean) é um médico americano, que perdeu a esposa coreana e vive agora com as três meninas que nasceram da união deles. Apesar de atrapalhado às vezes – principalmente na cozinha -, ele se esforça para garantir um ambiente leve e manter as tradições coreanas em casa, e está sempre aberto para conversas. Ele conta com a ajuda, principalmente, da mais velha, Margot, para gerenciar tudo.
  3. Neal Grafton (Ligações, de Rainbow Rowell): A configuração familiar neste livro é mais atípica: o pai é o principal responsável pela rotina das duas filhas que tem com Georgie McCool, mas isso não é determinado por golpes do destino, como a morte da mãe das crianças. Georgie está viva, eles seguem casados, e Neal escolheu desempenhar o papel de dono de casa. E como a trama se desenvolve a partir de fantásticas ligações dela com seu marido no passado, podemos ver como tudo aconteceu.
  4. Arthur Weasley (Série Harry Potter, de J.K.Rowlling): Junto a Molly, o pai da família ruiva mais amada no mundo literário – imagino eu – dá conta de sete filhos e d’A Toca, como é chamada a casa onde moram. Além de dar vários exemplos positivos com seu coração generoso (que ama os trouxas), ele não passa a mão na cabeça das crias e isso desenvolve até uma jornada especial com Percy, o terceiro mais velho. Apesar ainda das condições financeiras da família não serem muito boas, isso não é uma questão considerada na hora de aceitar hóspedes, como o próprio Harry e por vezes Hermione.
  5. Ian Clarke (Série Perdida, de Carina Rissi): Desde que seus pais morreram, quando ele tinha 14 ou 15 anos, Ian passou a ser responsável pelos negócios da família e pela educação de sua irmã mais nova, Elisa, então com 9 anos. Suas preocupações são algumas típicas do século XIX: garantir que ela conheça boas maneiras e consiga um bom casamento. Mas sempre com muito amor, que o fazem – com a boa influência de Sofia, uma viajante do tempo e protagonista da série – repensar algumas ideias.
  6. Hans Hubermann (A menina que roubava livros, de Markus Zusak):  Com a esposa Rosa, ele adota Liesel Meminger, a criança protagonista da história. Hans é o primeiro a dobrar e conseguir a confiança da menina – com seu tabaco a enrolar, o acordeão, e aulas de leitura (apesar da pouca escolaridade) – e os dois constroem uma relação muito bonita. Ele se vê diversas vezes em situações difíceis ou mesmo colocando a família em risco ao dar abrigo em seu porão, durante a Segunda Guerra Mundial, a um judeu. O valor de sua palavra, a coragem, e a moral acima de tudo são alguns dos exemplos que ele distribui a quem quiser adotar este pai literário.

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