Livro em sete dias

Published on agosto 16th, 2018 | by Marcela

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‘O Teorema Katherine’, de John Green

“O Teorema Katherine”, de John Green, é o #TBT desta quinta-feira. Li a 1ª Edição (lançada pela Intrínseca em março de 2013) em fevereiro deste ano. Foi o meu primeiro contato com o autor, já que, até então, tinha apenas assistido ao filme “A culpa é das estrelas” (depois comprei e li. Em breve deve aparecer em outro #tbt por aqui).

A sinopse é a seguinte:  Após seu mais recente e traumático pé na bunda – o décimo nono de sua ainda jovem vida, todos perpetrados por namoradas de nome Katherine – Colin Singleton resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e o melhor amigo no carona, o ex-criança prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar o fora, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam.

Minha opinião:

Observação sobre o autor: Mais um autor que leio pela primeira vez neste ano (uma das minhas resoluções deste ano é justamente conhecer novos escritores). 

Julgamos o livro pelo título e pela capa: Achei a capa super fofa e fiquei super curiosa sobre todas essas Katherines que fizeram o protagonista se apaixonar. Depois de perceber as 87 notas de rodapé, achei uma graça que o próprio autor brincou com isso na capa, ao colocar ¹ em seu nome e abaixo escrever “¹ Autor de A culpa é das Estrelas”.

Protagonista: Colin é um fofo, mas eu não julgo as Katherines que caíram fora desses namoros. Não deve ser nada fácil conviver com uma ex-criança prodígio, um adolescente que acha que está em declínio e vive decepcionado por não ter tido sua genialidade devidamente reconhecida antes de entrar na universidade. Rola um pouquinho de identificação com o sabichão. Acho até que todo jornalista tem um pouco desse jeitinho “sei-de-tudo” ou finjo que sei, mas o sentimento de preguiça prevalece? Com certeza.

Coadjuvantes: Como não amar o melhor amigo não-terrorista? Hassan, o gordinho árabe, é fanfarrão, tem humor ácido e é super divertido. Além disso, amo que ele avisa ao amigo sobre tudo que não é interessante (um filtro super importante para o sabichão). Como próprio Colin explica, o Hassan tem isto: as pessoas simplesmente gostam dele, do mesmo jeito que gostam de fast food e celebridades. Lindsey, Hollis e os velhotes também são umas gracinhas.

Trama: Sabe aquela típica história de filmes exibidos na “Sessão da Tarde”? É bem por aí o desenrolar do livro, e isso não é um problema se você só quiser um pouco de entretenimento e dar umas risadas (que era o meu caso, inclusive). Eu achei bem fofinhas as notas de rodapé, são 87 conversinhas com o autor ao longo do livro. Um texto bem adolescente e agradável. Depois de ler, pesquisei e vi muita gente reclamando que esperava mais, porém, eu não estava com expectativas tão altas assim.

Ponto forte: a leveza e o humor.

Um livro para: se divertir.

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One Response to ‘O Teorema Katherine’, de John Green

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