Livro em sete dias

Published on outubro 2nd, 2018 | by Ana

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‘Cadu e Mari’, de A. C. Meyer

Sinopse: Mariana trabalha em uma badalada revista de moda. Tem um bom salário, é muito competente… E tem uma queda pelo chefe, daquelas bem poderosas. Eles vivem em mundos completamente diferentes, e Mariana sabe que nunca acontecerá nada entre os dois. Até que Carlos Eduardo repara que sua secretária é muito, muito bonita. O amor entre os dois é arrebatador, e Cadu e Mari sentem que nasceram um para o outro. Mas as coisas logo começam a desandar. Talvez Cadu ainda não esteja preparado para confiar em uma pessoa que teve uma vida tão diferente da sua; talvez Mari ainda não se sinta segura em dividir sua realidade com o chefe. Para viver esse amor, os dois precisarão enfrentar preconceitos e vencer intrigas. Será que estão prontos?.

Julgamos o livro pelo título e pela capa: Adorei comprar um livro intitulado pelos protagonistas e acho a capa uma fofura.

Sobre a autora: Já tinha lido um conto da A. C. Meyer, no livro “ABC do amor”. A escrita dela é ágil e nos leva a engolir a história.

Protagonistas: Gostei bastante da Mari. Ela mora no Méier, pega van, trabalha demais… enfim, é muito real. E ainda tem um crush no chefe, então rola aquela empatia, pois eu não gostaria de me imaginar nesta situação.

Coadjuvantes: Eu adoro uma amizade. E a Laís, “best” da Mari, foi superaprovada. Ela está sempre ali, disponível. Já o Cadu me deu um ranço: ele é abusado, marrento, preconceituoso. Gostaria de ter visto uma mudança maior e mais convincente dele.

Trama: Através de referências a músicas nacionais em cada página do livro, A. C. Meyer consegue fazer quase uma segunda narração da história de Cadu e Mari. Como diz aquele ditado: para bom fã de música popular brasileira, meia canção basta. Talvez isto, e a rapidez com que o casal acontece, ajude na romantização do ambiente literário. A sensação é de estar lendo, desde o início da obra (e por faltarem outros pontos de tensão), um longo final feliz. A não ser, é claro, pelas suspeitas preconceituosas e insistentes do Cadu. Por essas e outra série de posturas dele (por exemplo, a forma como se aproximou da Mari no primeiro encontro), não foi tão legal estar com o mocinho nessa aventura. Ponto para a Mari, advertência para ele.

Ponto forte: A Mari, provavelmente, por ser uma batalhadora.

Um livro para: cantarolar.

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